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segunda-feira, julho 22, 2024

Segurança Eletrônica

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Segurança eletrônica

O que é segurança eletrônica?

A segurança é um tema que tem ficado em evidência, não somente quando falamos em crimes cibernéticos, mas também os que ocorrem fora do ambiente digital. De acordo com uma pesquisa do Datafolha, 9 em cada 10 moradores das cidades de SP e Rio de Janeiro temem sofrer assaltos nas duas principais capitais do Brasil.  Torna-se, portanto, mais do que evidente a necessidade de implementação de ferramentas e dispositivos para auxiliar no controle da criminalidade e proteção patrimonial. É neste cenário que a segurança eletrônica surge como uma aliada.  Trata-se de um conjunto de tecnologias e equipamentos eletrônicos que visam garantir a proteção de bens e pessoas, como os sistemas de monitoramento remoto, câmeras de segurança, alarmes, sensores, equipamentos de controle de acesso, circuito fechado de televisão (CFTV) e sistemas de detecção de incêndios.  Esses equipamentos são administrados por uma central de monitoramento com o objetivo de inibir, desencorajar, monitorar, identificar e detectar ações criminosas, além do acesso de pessoas e/ou veículos não autorizados, por meio de sensores e disparo de alarmes.

Como a segurança eletrônica funciona?

Ao obter dispositivos de segurança eletrônica, é possível agir em três frentes principais: 

  •   Inibição da atividade criminosa – pode ser realizada por meio da presença de câmeras e sensores, que desencorajam ações criminosas.
  •   Gravação e preservação de dados – serve para que seja realizada a identificação de criminosos em caso de incidente.
  •   Emissão de alertas – ajuda a proteger a segurança em tempo real em casos de suspeitas e sinistros.

 Além dessas, ainda existem outros elementos que podem ser utilizados de acordo com a necessidade, como o rastreamento de transporte de cargas ou mesmo sistemas de controle e monitoramento que contam com a presença de pessoas para visualizar e monitorar avisos de potenciais perigos.

Quando surgiu a segurança eletrônica?

A segurança eletrônica surgiu como uma resposta à crescente necessidade de proteção de bens e pessoas contra ameaças externas, como roubos, invasões e ataques criminosos. Não existe um marco bem definido, mas estima-se que o conceito de segurança eletrônica tenha se iniciado quando a polícia de Nova York, em 1965, instalou câmeras de vigilância para proporcionar uma sensação maior de segurança aos moradores. No início, ela consistia basicamente em alarmes simples e sistemas de monitoramento básicos, como câmeras de vigilância e circuitos fechados de televisão (CFTV). Com o tempo, novos equipamentos e tecnologias surgiram, como sensores de movimento, detectores de fumaça e gás, sistemas de controle de acesso, sistemas de reconhecimento de biometria, entre outros. Atualmente, o mercado de segurança está em constante evolução, com a introdução de novos equipamentos e tecnologias, como inteligência artificial e aprendizado de máquina, que permitem sistemas de segurança ainda mais avançados e eficientes.

Quais são os principais equipamentos de segurança eletrônica?

Existem diversos equipamentos de segurança eletrônica que podem ser utilizados ou mesmo combinados a outros para criar sistemas de segurança mais avançados e eficazes. Abaixo listamos os principais.

Circuitos fechados de televisão (CFTV)

São sistemas que possibilitam o monitoramento de imagens em tempo real de uma área específica, permitindo a identificação e inibição de ameaças. Apesar de não ser uma novidade, tem evoluído e se aperfeiçoado, como o surgimento das câmeras IP de alta resolução que realizam gravações ainda mais nítidas, melhorando o serviço e facilitando em caso de investigações.

Alarmes e sensores de movimento

São sistemas que emitem um sinal sonoro ou luminoso em caso de detecção de movimento ou presença de ameaças externas, permitindo uma rápida resposta para garantir a segurança. Geralmente os alarmes são acionados por movimento ou detecção do calor emitido pelo corpo humano.

Sistemas de controle de acesso

São equipamentos que possibilitam o gerenciamento e restrição do acesso a determinados ambientes, por meio de fechaduras elétricas ou reconhecimento facial/biométrico. Atualmente, muitos condomínios já substituíram o uso de chaves físicas pelas fechaduras inteligentes que abrem e trancam as portas por sequência numérica, biometria ou ativação via aplicativo.

Reconhecimento facial

O reconhecimento facial é uma tecnologia de segurança eletrônica que utiliza algoritmos de inteligência artificial para identificar uma pessoa a partir de sua imagem facial. Esta tecnologia é usada para verificar a autenticidade de uma pessoa e permitir ou negar o acesso a um determinado local, como uma residência ou empresa.  Para isso, ele utiliza a captura de imagens da face e a compara com uma base de dados que é previamente registrada. O acesso, então, só é permitido quando a pessoa está cadastrada pelo proprietário.

Como a segurança eletrônica pode ser eficiente?

A segurança eletrônica, seja residencial ou comercial, pode ser eficiente através do uso de equipamentos de segurança eletrônica combinados com um sistema de monitoramento. O controle de acesso, as câmeras de vigilância e o acionamento de alarmes, por exemplo, permitem que a residência ou condomínio sejam protegidos e monitorados 24 horas por dia. Além disso, a possibilidade de acionar um botão de pânico ou entrar em contato com a central de monitoramento em caso de emergência aumenta a eficiência da segurança eletrônica na proteção do patrimônio. Por fim, é importante que todos os equipamentos estejam instalados de forma adequada e que a empresa que presta os serviços de segurança seja certificada e preparada para lidar com as situações, sejam elas apenas ameaças ou se algum crime vier a ser cometido.

Por que investir em segurança eletrônica?

Existem diversos motivos pelos quais as pessoas decidem investir em segurança eletrônica, afinal, a vigilância constante de pessoas e patrimônios ajuda a evitar os crimes e danos e também facilita na investigação caso eles venham a acontecer. Além disso, esses equipamentos proporcionam benefícios como:  

  •   Monitoramento permanente – é possível verificar, em tempo real, 24 horas por dia, durante 7 dias por semana, o local ou patrimônio a ser protegido. Dependendo do sistema, essas imagens ficam armazenadas para consultas quando necessário.
  •   Monitoramento remoto – além do monitoramento ser constante, ele pode ser feito remotamente, o que permite o acesso às imagens em tempo real para tomar medidas imediatas em caso de emergência.
  •   Redução de riscos – ao instalar equipamentos de segurança, muitas vezes os criminosos se sentem inibidos de realizar as ações. Além disso, quando falamos de detectores de fumaça e incêndio, existe o benefício de detectar o perigo e amenizar os danos.
  •   Redução de custos com segurança – sistemas eletrônicos podem ser mais eficientes e econômicos do que a contratação de guardas e seguranças humanos, principalmente em grandes áreas.
  •   Aumento do valor do patrimônio – imóveis e empresas com sistemas de segurança eletrônica são vistos como mais seguros e valorizados no mercado imobiliário e de negócios.
  • Garantia de privacidade – ao utilizá-los é possível ter o controle de acesso a determinados ambientes e o monitoramento apenas por autorizados.